Terapia para adolescentes · São Paulo
Adolescentes podem ter dificuldade de entender e nomear o que sentem — e os pais ficam sem saber como se aproximar. A terapia oferece um espaço que é só dele: para se expressar, se entender, e encontrar o próprio caminho.
Você reconhece algum desses sinais?
Ficou mais fechado, fala pouco e evita conversas sobre como está se sentindo
Está mais irritado, com reações intensas que parecem não ter proporção
O rendimento na escola caiu ou a motivação para as atividades sumiu
Parece triste ou angustiado, mas não consegue — ou não quer — explicar o motivo
O sono mudou, o apetite mudou, a rotina toda parece diferente
Está tendo conflitos nas amizades ou se isolando do grupo
Como costuma ser a terapia com adolescentes?
Muitos pais chegam preocupados porque o filho responde pouco, diz que "está tudo bem" ou não demonstra vontade de conversar. E essa preocupação faz sentido.
Mas a terapia não começa exigindo que o adolescente fale sobre tudo o que sente. Ela começa construindo vínculo.
Meu trabalho é criar um espaço em que ele possa se sentir à vontade para falar no seu tempo, compreender o que está vivendo e desenvolver recursos para lidar com as dificuldades do dia a dia.
Cada adolescente chega com uma história diferente. Alguns enfrentam ansiedade, outros vivem uma autocobrança intensa, dificuldades nos relacionamentos, conflitos familiares ou mudanças importantes. O processo é sempre adaptado àquilo que faz sentido para cada um.
O que acontece nas sessões?
Dependendo da idade, utilizo recursos diferentes para facilitar a expressão e tornar o processo mais próximo da realidade do adolescente.
Podemos trabalhar com conversas, atividades, metáforas, jogos terapêuticos, exercícios práticos e estratégias da TCC — sempre adaptadas ao momento e às necessidades de cada paciente.
O objetivo é ajudar o adolescente a compreender suas emoções, desenvolver autonomia e encontrar maneiras mais saudáveis de lidar com os desafios dessa fase.
Não acredito em uma terapia baseada apenas em conselhos ou conversas soltas. Gosto de construir, junto com cada adolescente, recursos práticos para que ele consiga lidar melhor com a ansiedade, as emoções, os relacionamentos e os desafios do dia a dia.
Prazer, Elisa Lopes
Sou psicóloga com especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e experiência no atendimento de crianças e adolescentes em diferentes momentos de vida.
Com adolescentes, começamos pela psicoeducação — um caminho para que o jovem entenda o que está sentindo e porque. É o primeiro passo para que ele consiga lidar com uma fase cheia de desafios e descobertas. Trabalho também com ferramentas de Mindfulness e regulação emocional, adaptadas para cada fase.
Atendo presencialmente no Jardim Paulista, em São Paulo.
Acredito que a terapia acontece dentro de uma relação de confiança. Antes de qualquer técnica, procuro compreender quem é aquele adolescente, o que faz sentido para ele e qual é a melhor forma de construir esse processo juntos.
CRP 06/230723
Perguntas que os pais costumam me fazer
É muito comum. A resistência inicial faz parte — e não impede o processo. A terapia começa construindo vínculo, não exigindo abertura imediata. Com o tempo, a maioria dos adolescentes encontra no espaço terapêutico um lugar que é só deles.
Esse medo é natural. Uma forma de apresentar a terapia é como um espaço de autoconhecimento — não como solução para um "defeito", mas como um recurso para quem quer se entender melhor. Posso te ajudar a pensar em como conversar com ele sobre isso.
A primeira conversa é com os pais, sem o adolescente presente. Durante o processo, quando necessário, fazemos encontros de orientação para que você possa apoiar em casa. As sessões individuais com ele são confidenciais — isso é fundamental para construir confiança.
Sim — a confidencialidade é um pilar da terapia e fundamental para que o adolescente confie no espaço. As exceções são situações de risco à segurança dele ou de terceiros, quando os pais são informados.
Se você chegou até essa página, provavelmente já percebeu alguma mudança. Não é preciso esperar uma crise. Quanto mais cedo o adolescente tem acesso a um espaço de escuta, mais recursos ele constrói para lidar com os desafios que ainda vão aparecer.
Entre em contato para conversarmos sobre o que está acontecendo. Sem compromisso — só uma conversa.
💬 Falar no WhatsAppAtendimento presencial no Jardim Paulista · São Paulo