Terapia para adolescentes · São Paulo

Você percebeu que algo mudou.
Mas não sabe bem como ajudar.

Adolescentes podem ter dificuldade de entender e nomear o que sentem — e os pais ficam sem saber como se aproximar. A terapia oferece um espaço que é só dele: para se expressar, se entender, e encontrar o próprio caminho.

Às vezes algo simplesmente não está bem — e o comportamento é a única forma que ele encontra de comunicar.

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Ficou mais fechado, fala pouco e evita conversas sobre como está se sentindo

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Está mais irritado, com reações intensas que parecem não ter proporção

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O rendimento na escola caiu ou a motivação para as atividades sumiu

😔

Parece triste ou angustiado, mas não consegue — ou não quer — explicar o motivo

🌙

O sono mudou, o apetite mudou, a rotina toda parece diferente

👥

Está tendo conflitos nas amizades ou se isolando do grupo

Como costuma ser a terapia com adolescentes?

Muitos pais chegam preocupados porque o filho responde pouco, diz que "está tudo bem" ou não demonstra vontade de conversar. E essa preocupação faz sentido.

Mas a terapia não começa exigindo que o adolescente fale sobre tudo o que sente. Ela começa construindo vínculo.

Meu trabalho é criar um espaço em que ele possa se sentir à vontade para falar no seu tempo, compreender o que está vivendo e desenvolver recursos para lidar com as dificuldades do dia a dia.

Cada adolescente chega com uma história diferente. Alguns enfrentam ansiedade, outros vivem uma autocobrança intensa, dificuldades nos relacionamentos, conflitos familiares ou mudanças importantes. O processo é sempre adaptado àquilo que faz sentido para cada um.

A terapia não é apenas um lugar para conversar.

Dependendo da idade, utilizo recursos diferentes para facilitar a expressão e tornar o processo mais próximo da realidade do adolescente.

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Recursos adaptados a cada um

Podemos trabalhar com conversas, atividades, metáforas, jogos terapêuticos, exercícios práticos e estratégias da TCC — sempre adaptadas ao momento e às necessidades de cada paciente.

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Não é sobre "obedecer" ou "parar de dar trabalho"

O objetivo é ajudar o adolescente a compreender suas emoções, desenvolver autonomia e encontrar maneiras mais saudáveis de lidar com os desafios dessa fase.

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Estruturada, mas acolhedora

Não acredito em uma terapia baseada apenas em conselhos ou conversas soltas. Gosto de construir, junto com cada adolescente, recursos práticos para que ele consiga lidar melhor com a ansiedade, as emoções, os relacionamentos e os desafios do dia a dia.

Elisa Lopes, psicóloga em São Paulo

Sou psicóloga com especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e experiência no atendimento de crianças e adolescentes em diferentes momentos de vida.

Com adolescentes, começamos pela psicoeducação — um caminho para que o jovem entenda o que está sentindo e porque. É o primeiro passo para que ele consiga lidar com uma fase cheia de desafios e descobertas. Trabalho também com ferramentas de Mindfulness e regulação emocional, adaptadas para cada fase.

Atendo presencialmente no Jardim Paulista, em São Paulo.

Acredito que a terapia acontece dentro de uma relação de confiança. Antes de qualquer técnica, procuro compreender quem é aquele adolescente, o que faz sentido para ele e qual é a melhor forma de construir esse processo juntos.

CRP 06/230723

Antes de marcar a primeira consulta.

Meu filho diz que não quer fazer terapia. Isso significa que não vai funcionar? +

É muito comum. A resistência inicial faz parte — e não impede o processo. A terapia começa construindo vínculo, não exigindo abertura imediata. Com o tempo, a maioria dos adolescentes encontra no espaço terapêutico um lugar que é só deles.

Tenho medo de ele achar que estou dizendo que tem um problema. +

Esse medo é natural. Uma forma de apresentar a terapia é como um espaço de autoconhecimento — não como solução para um "defeito", mas como um recurso para quem quer se entender melhor. Posso te ajudar a pensar em como conversar com ele sobre isso.

Os pais participam das sessões? +

A primeira conversa é com os pais, sem o adolescente presente. Durante o processo, quando necessário, fazemos encontros de orientação para que você possa apoiar em casa. As sessões individuais com ele são confidenciais — isso é fundamental para construir confiança.

O que é conversado fica em segredo? +

Sim — a confidencialidade é um pilar da terapia e fundamental para que o adolescente confie no espaço. As exceções são situações de risco à segurança dele ou de terceiros, quando os pais são informados.

Como saber se é o momento de procurar ajuda? +

Se você chegou até essa página, provavelmente já percebeu alguma mudança. Não é preciso esperar uma crise. Quanto mais cedo o adolescente tem acesso a um espaço de escuta, mais recursos ele constrói para lidar com os desafios que ainda vão aparecer.

Seu filho merece um espaço só dele.

Entre em contato para conversarmos sobre o que está acontecendo. Sem compromisso — só uma conversa.

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Atendimento presencial no Jardim Paulista · São Paulo